25 de abr. de 2012
Eu, e nada mais
Ninguém nunca me verá bem vestida dentro de casa. Certamente, vai me encontrar dentro do meu quarto com um moletom enorme ou de pijama. Toda desajeitada na cama bagunçada, com o computador no colo e o toddynho na mão. Nunca fiz o tipo de garotinha mimada que vive vestida em cor-de-rosa e cabelo bem arrumado. Vivo descabelada e adoro a minha bagunça. Mas também nunca fiz o tipo de viver pelas ruas com uma garrafa de bebida alcoólica na mão. Sempre tive esse meu jeito reservado. Esse jeito diferente, talvez norma, talvez estranho. Não sei ao certo. Só sei que nunca me encaixei nos padrões da sociedade. Sempre tive personalidade própria e admiro muito quem tem. Não faço amizade com todo mundo, não tenho assunto com estranhos. Se não sei o que falar, prefiro me calar. Afinal, sempre ouvi este velho ditado: “Um bobo calado, passa por um ativo”. E eu prefiro assim, manter a boca fechada, para não falar asneira. Prefiro me manter em silêncio, mesmo com a mente em completo barulho. E ainda bem que eu prefiro assim. Por que se eu falasse tudo o que realmente penso, estaria com o álbum de inimigos faltando espaço. Por isso escrevo! Escrevo para esvaziar a mente. Por isso fico o dia inteiro nesse quarto, despejando minhas neuras no papel. Que por sinal, é o único que realmente entende. E eu não tiro a razão de quem não me compreende, eu realmente sou um turbilhão de erros e complicações. E quer saber? Eu estou feliz assim.Do meu jeito errado, torto, bagunçado; Mas acima de tudo, do modo como quero, do jeitinho que eu gosto!
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