20 de abr. de 2012

Suave como a seda, doce como mel. Assim costumavam se referir aquela pequena menina. Ela mesma, costumava se ver dessa forma, se definir como uma mistura do doce com o suave. O tempo foi passando enquanto o doce se tornará amargo e a seda ia sendo rasgada pouco a pouco. Imagine você, o estrago causado, ao se deparar com o contato de uma lâmina afiada e a delicadeza da seda. O estrago foi imenso e irreversível. Pois não se pode colar um cristal quebrado e tão pouco costurar a seda rasgada. É, pois vejam vocês, que tanto julgavam a seda por não lhes dar o conforto esperado, como se sentem agora ? Ela rasgada é confortável o bastante ouo prazer de corta-la e vê-la ali, em pedaços foi imenso ? Sim, porquê, a dor de quem sente é imensa e desculpas não são o suficiente para acalmar um coração desesperado. Eu lhe dei escolhas e infelizmente estava e estive errada o tempo todo, desde o momento em que comecei a pensar que a seda podia ter contado com a lâmina sem ferir-se ao fim de tudo, quanta ingenuidade não é mesmo ? 

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